O presente trabalho possibilita o aluno aprender de uma forma simples, o modo que a escola enfrenta a discussão, tentando mostrar-se sensível e aberta à questão dos atos infracionais praticados por alunos no ambiente estudantil, buscando alternativas válidas para o melhor encaminhamento dos casos. Nesta caminhada não está sozinha, posto que conta com a colaboração do Conselho Tutelar e do Ministério Público, como parceiros preocupados com o destino das crianças e dos adolescentes.
Na verdade as nossas escolas podem se constituir em espaços onde a cultura e as experiências dos alunos e dos professores, olhando da forma de seus modos de sentir e ver o mundo, seus sonhos, desejos, valores e necessidades, sejam os pontos basilares para a efetivação de uma educação que concretize um projeto de emancipação dos indivíduos.
A conquista da cidadania e de uma escola de qualidade é projeto comum, sendo que no seu caminho, haverá tanto problemas de indisciplina como de ato infracional. Enfrentá-los e superá-los é o nosso grande desafio.
Referências:
Estatuto da Criança e Adolescente - ECA
Márcia dos Santos, Roseli Kottwitz, Selina Ceron, Simone Perin e Vânia Wlasiuk.