Um dia a Raposa convidou a Cegonha para jantar e serviu-lhe sopa, um pitéu de que ambas gostavam muito, num prato raso.
- Estás a gostar da minha sopa? - perguntou, enquanto a Cegonha bicava em vão no líquido, sem conseguir comer nada.
- Como posso saber, se nem consigo comer? - respondeu a Cegonha, vendo a Raposa lamber a sopa com um ar todo deliciado.
Dias depois foi a vez de a Cegonha retribuir o gesto, pelo que convidou a Raposa para comer com ela na sua casa à beira do lago. Serviu-lhe a sopa num jarro largo embaixo e estreito em cima.
- Hummmm, está deliciosa, querida amiga! - exclamou a Cegonha, enfiando o comprido bico pelo gargalo. - Não achas?
Claro que a Raposa não achava nem podia achar nada, pois o focinho não passava pelo gargalo estreito do jarro. Tentou várias vezes sem sucesso até que, bastante mal humorada, se despediu da Cegonha, resmungando entredentes:
- Não te achei graça nenhuma...!
Vamos ao trabalho:
Em grupos de três, procedam a uma leitura dialogada do texto (reparem que cada cor corresponde a uma personagem e a branco está o texto do narrador).
Por que razão a cegonha não ficou nada contente com o jantar?
O que resolveu então fazer a cegonha para que a raposa aprendesse uma lição?
Qual é a moral da história?
Abre um documento no word e reconta a história que leste, por palavras tuas.
As fábulas, as rimas, lengalengas, adivinhas, provérbios, trava-línguas, lendas, contos populares, histórias do arco da velha, são alguns dos exemplos da nossa literatura tradicional. De seguida, proponho-te uma pesquisa sobre: o autor da fábula que leste, fábulas portuguesas, e, para finalizar, encontra outra história da raposa (animal matreiro). Consulta os links que a seguir te apresento e procura elaborar textos com correcção ortográfica e coerência frásica, aplicando a informação mais relevante.