Na última semana, aproveitando a data comemorativa da categoria, 15 de maio, é lançada campanha nacional de posicionamento contra a graduação de serviço social a distância, "EDUCAÇÃO NÃO É FAST FOOD - DIGA NÃO PARA A GRADUAÇÃO À DISTANCIA EM SERVIÇO SOCIAL".
Diante deste cenário atual onde os estudantes de serviço social, modalidade a dsitância, futuros assistentes sociais da categoria, estão sofrendo resistência do próprio conselho de classe que posiciona-se contra a graduação a distância questiona-se:
Como promover uma campanha de legitimação da graduação a distância para o serviço social?
Se os alunos que cursam esta modalidasde não se manifestam ao bombardeio de críticas contra a modalidade que escolheram, estão estes alunos de alguma forma concordando com acusações de precariedade da qualidade do curso?
Considerar a possibilidade de abolir esta modalidade de ensino para o serviço social seria um retrocesso para a nossa política, principalmente sendo a educação a distância um avanço para a política nacional de educação. Portanto, porque os conselhos de classe da categoria ao invez de posicionarem-se contra ou a favor, não investem em uma fiscalização que objetive a garantia da qualidade do ensino a distância para o curso de serviço social?